A EXPOSIÇÃO DETALHES DE MIM ACONTECE DE 11 A 30 DE JUNHO DE 2O12 NO SESC-CENTRO JOÃO PESSOA-PB
OBJETO,NÃO OBJETO E OBJETO ARTÍSTICO
O objeto é uma entidade física e
conceitual. Pode ser definido como tudo que de forma física se apresenta aos
sentidos, ou moralmente à alma.
Se perceptível aos sentidos implica
dizer que ele é matéria, já quando se
apresenta alma, é subjetivo. Tudo o que permeia a vida humana ou não, é objeto.
Na história do homem o objeto foi
visto de uma maneira diferente a cada época. Nas sociedades ditas primitivas os
objetos utilitários eram mais rústicos, porém em algumas sociedades havia uma
preocupação com o design. Mas diferente
do design que temos hoje.
Para que um objeto possa existir é
preciso que o mesmo possua um molde ou uma classe.
Para
cada classe de objetos tem-se vários objetos com funções distintas,tipo:na
categoria dos eletroeletrônicos: um rádio não desempenha a mesma função que uma
aparelho de TV e vice-versa.
classificações de objetos
Teoria do não objeto de Ferreira
Gullar designa como o não objeto a obras de arte do Neo-concretismo.
Lygia Clarck.
Para Le Corbusier existem objetos
chamados tipos, que são aqueles que
auxiliam nas atividades humanas ou as substituem. Objetos vidas, também chamados de objetos
sentimentos, são objetos de apreciação ou decoração, uma obra de arte e peça de
design.
Objeto natural, ou seja, da
natureza (imagem de uma arvore), entende-se por isso tudo aquilo que é natural.
Objeto utensílio, instrumentos e ferramentas, como
pá, chave de fenda, cadeira etc.
Objeto coisa, é aquele cuja função
principal foi esquecida, é uma coisa sem
importância.
Objeto-não-coisa-ainda-não-arte (
antiguidades)
Objeto Arte ( objeto não
utilitário, há um deslocamento de conceito de útil a estético)
Objetos vida= também conhecido como
objetos sentimentos> um quadro.
para refletirmos sobre os objetos e o mundo do consumo assista a primeira parte do filme de Marcelo Masagão: 1,99 Um supermercado que vende palavras.
A cerâmica (do gregoκέραμος —
significa"matéria-prima queimada” é a atividade ou a arte de produção de
artefatos cerâmicos. O objeto modelado
em argila só pode ser considerado cerâmica quando for levado ao forno submetido a altas temperaturas
(aproximadamente 540°C) na manufatura. Desde a pré-história que o homem produz
artefatos cerâmicos é uma cultura milenar, passada de geração em geração. Na aula modelagem em argila com os educandos
do 8 ano Eja, foi estudado o conceito de cerâmica e
experienciada alguma técnicas de
modelagem a exemplo da técnica da pressão manual e da técnica com rolinhos. A atividade
possibilitou uma interação com o material ( argila) e com os colegas. Inicialmente
alguns tiveram resistência em tocar na argila,porém com uma sutil insistência
do professor a maioria interagiu muito bem.
A modelagem em argila vista pelo lado terapêutico possibilita o contato
do individuo com a terra, ar e água uns dos quatro elementos da natureza,
segundo Jung, o inconsciente se identifica com esses elementos da natureza. Assim
as atividades propostas não só propiciaram um conhecimento acerca da produção
com modelagem em argila como teve um viés terapêutico. as aulas de artes além de um conhecimento sobre o universo artístico traz para os educandos uma experiencia única e individual assim como também coletiva. ao ser questionado como foi trabalhar com a argila,a maioria dos educandos disse que foi prazerosa, relaxante e que gostou.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
GRAFISMO E DESENHOS
EXERCÍCIOS GRÁFICOS COM A TURMA DO 9 ANO- ESCOLA MARIA ELÓI LEITE
quinta-feira, 7 de junho de 2012
GINCANA DE CONHECIMENTOS- ESCOLA MARIA ELÓI LEITE
VÍDEO APRESENTAÇÃO/HOMENAGEM A LOGRADOURO-PB
DA EQUIPE BRANCA
Notícias
2009-06-12 - 11:48:46
Fonte: Agência de Notícias - Fernando Caldeira
Biblioteca da UFPB expõe trabalhos de aluno do Projeto Arte na Escola
Com o tema “Os pontos que me tocaram e os pontos em que toquei”, David Querino, aluno do Curso de Educação Artística da UFPB, está expondo diversos trabalhos artísticos no hall do 1º andar da Biblioteca Central, campus de João Pessoa, dentro do Projeto Arte na Escola.
Utilizando como técnicas o grafite, óleo sobre tela, acrílica sobre tela, nanquim e acrílica sobre papel e ponta seca, e como linguagem a infogravura, desenho, pintura, gravura, objeto, escultura e instalação, o artista plástico, natural de Logradouro (PB), prefere a auto-imagem como expressão cultural, motivo e a marca principal de sua arte.
A arte de David Querino “pode ser considerada uma poética do narcisismo”, revelou Eliane Honorata da Silva, bolsista do Projeto Arte na Escola – Polo da UFPB, curadora da exposição ao lado do professor do Departamento de Artes Visuais do CCHLA, Erinaldo Alves do Nascimento.
A exposição pode ser visitada até o dia 10 de julho no horário de funcionamento da Biblioteca Central, das 7h30 às 21h30, de segunda a sexta-feira, e aos sábados pela manhã.
Quem é - A carreira artística de David começou a ter maior projeção a partir de sua participação, em 2005, na exposição coletiva do VII Salão dos Novos Artistas Plásticos do SESC de João Pessoa. Em 2008 o artista alcançou o 1º Lugar no FUMUCA-DCE, e recebeu menção honrosa no II Congresso Regional de Arte Terapia, na UFPB.
- “Os pontos que me tocaram e os pontos em que toquei” é um convite a continuarmos acompanhando suas inquietações no processo de construção de uma poética narcisista e subjetiva’, disse Honorata em relação ao autor.